A vida
Luísa
Dacosta (1927-2015) é o pseudónimo de Maria Luísa Saraiva Pinto dos Santos (Ferreira
da Costa, pelo casamento).
Professora,
escritora – conto, romance, poesia, crónica, diário, literatura para crianças
–, tradutora, antologiadora, ensaísta e crítica literária.
Nasceu
a 16 de Fevereiro de 1927, em Vila Real. Na véspera de cumprir 88 anos, a
escritora morreu em Matosinhos.
Formou-se
em Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa, mas foi no Porto que
veio a lecionar. Durante cerda de 30 anos,
entre 1968-1997, foi professora do 2.º Ciclo do Ensino Básico, primeiro na
Escola Ramalho Ortigão (1968-1976), depois na Escola Francisco Torrinha (1976-1997).
Participou,
a partir de 1972, na experiência de Veiga Simão para o lançamento dos 7.º e 8.º
anos de escolaridade e, ainda no âmbito
pedagógico, em 1975 esteve em Timor integrada na comissão encarregada de fazer
a remodelação dos programas de ensino deste território.
Luísa Dacosta iniciou a sua vida literária em 1955 com a publicação do livro de contos Província e afirmou-se como ensaísta com os volumes Aspectos do burguesismo literário (1959) e Notas de crítica literária (1959). O capítulo de sua autoria – «Literatura de autoria feminina», incluído na época contemporânea da História da literatura portuguesa (1973) de Óscar Lopes [História ilustrada das grandes literaturas, t. VIII, 2.º v., pp. 534-41] é um texto fecundo e interessante para os Estudos sobre Mulheres, nomeadamente as escritoras. Mais tarde, numa perspetiva inversa, estudará A mulher na obra de Antero (1991).
Na sua produção literária, com alguns paralelos com a de Irene Lisboa – a valorização do relato quotidiano, aparentemente vulgar e banal; o registo diarístico enfatizando o confessionalismo feminino; o gosto pela narrativa breve… – destacam-se ainda a sua jornada poética (Nos jardins do mar, 1981; A sombra do mar, 1999; e A maresia e o sargaço dos dias, 2002); os dois volumes autobiográficos, com títulos igualmente alusivos ao signo aquático – Na água do tempo: diário (1992) e Um olhar naufragado: diário II (2008); as coletâneas abundantes de crónicas pessoais (A-ver-o-mar, 1980; Corpo recusado, 1985; Morrer a Ocidente, 1990). Em 2000, publicaria o título romanesco O planeta desconhecido e romance da que fui antes de mim.
Na década de 60, Luísa Dacosta traduziu obras de Karl Bjarnhof (As estrelas empalidecem, 1960); Nathalie Sarraute (Planetarium, 1963), Simone de Beauvoir (Morte serena, 1966).
Foi a partir de 1969 que começou a escrever para o público infanto-juvenil. Estreou-se com O príncipe que guardava ovelhas
(1970), livro que foi distinguido pelo Internacional Board on Books for Young
People. Nunca mais interromperia esta sua dedicação ao livro para crianças.



Prosseguiu com O Elefante Cor de Rosa (1974), Teatrinho do Romão (1977), A menina coração de pássaro (1978), A batalha de Aljubarrota (1985), História com recadinho (1986), Os Magos que não chegaram a Belém (1989), Sonhos na palma da mão (1990), Lá vai uma... lá vão duas... (1993), e muitos outros títulos. Recentemente, desde 2002, a sua obra para crianças foi reeditada pelas edições ASA na coleção OBRAS COMPLETAS DE LUÍSA DACOSTA PARA A INFÂNCIA, e às ilustrações de Jorge Pinheiro vieram juntar-se as de Cristina Valadas. De facto, ao longo da sua felicidade editorial, os seus livros foram enriquecidos com a colaboração de ilustradores e pintores: para além dos referidos, André Letria, Ângela Melo, Armando Alves, Francisco Santarém, Júlio Resende, Karin Somero, Manuela Bacelar, Maria Mendes, Marques Cruz e Tiago Manuel.
A sua atividade nesta área editorial inclui ainda a sua direção de coleções de livros para a infância.
Luísa
Dacosta colaborou como crítica literária em páginas ou suplementos literários
de jornais como O Comércio do Porto, O Jornal de Noticias, Diário Popular, A Capital e JL: Jornal de
Letras Artes e Ideias, e em numerosas revistas, nomeadamente: Seara Nova, Vértice, Vida Mundial, Raiz e Utopia, Gazeta Musical e de Todas as Artes e Colóquio/Letras.
A
escritora está representada nas seguintes antologias, entre outras: Daqui houve Portugal (1969), de Eugénio
de Andrade, Portugal – A Terra e o Homem,
II Volume, 3.ª Série (1981) da Fundação Calouste Gulbenkian; De que são feitos os sonhos (Areal, 1985);
Conto estrelas em ti: poesia para a
infância (Campo das Letras, 2000); Contos da Cidade das Pontes (Porto: Ambar, 2001).
Em
1985, o Clube de Leitura da RTP, série dirigida por Carlos Correia, filmou o
colóquio da escritora sobre o seu livro A
Menina Coração de Pássaro.
Em 2004, por ocasião dos trinta anos do 25 de
Abril e dos 150 anos da morte de Almeida Garrett, foi uma das
personalidades do Porto homenageadas pela Cooperativa Artística Árvore, na área
da Educação. Recebeu diversas homenagens e prémios: em 1992,
o Prémio Máxima de Literatura (por Na
Água do Tempo – Diário); em 1994, o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura
para Crianças e Jovens (com Lá vai uma…
lá vão duas…; em 2002, o prémio “Uma Vida, Uma Obra”, instituído pela
Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, com o apoio da Delegação
Regional de Cultura do Norte; em 2010, pela sua carreira literária, foi
galardoada com o Prémio Vergílio Ferreira, atribuído pela Universidade de Évora;
e ainda, em 2011, foi homenageada nas Correntes d’Escritas, na Póvoa do Varzim.
A obra
Literatura para crianças
O príncipe que guardava ovelhas (conto). Porto: Figueirinhas, 1970; 2.ª ed., 1984; 3.ª ed., 1993; Porto: Asa, 2002 – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância”, il. Jorge Pinheiro. / 4.ª ed., 2009.
O elefante cor de rosa: conto. Porto: Figueirinhas, 1974, il. Armando Alves; 2.ª ed., Porto: Civilização, 1996, il. Francisco Santarém; Porto: Asa, 2005, il. Armando Alves. / 2.ª ed., 2007. / 3.ª ed., 2008. / 4.ª ed., 2009. / 6.ª ed., 2013. / 7.ª ed., 2013. / 8.ª ed., 2013. / 9.ª ed., 2014.
Teatrinho do Romão. Porto: Figueirinhas, 1977, il. Jorge Pinheiro e Manuela Bacelar; 2.ª ed., 1987; 3.ª ed., 1996; 2013. / Porto: Asa, 2005 – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância, il. Armando Alves.
A menina coração de pássaro. Porto: Figueirinhas, 1978, il. Jorge Pinheiro; 2.ª ed., Porto: Asa, 2002 – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância”, il. Jorge Pinheiro. / 3.ª ed., 2009.
A batalha de Aljubarrota – texto de Luísa Dacosta inspirado em Fernão Lopes e Camões. Porto: Civilização, 1985, il. Marques Cruz.
História com recadinho. Porto: Figueirinhas, 1986, il. Karin Somero; 2.ª ed., 1996; Porto: Asa, 2010, il. Cristina Valadas. / 2.ª ed., 2013. / 5.ª ed., 2014.
Os Magos que não chegaram a Belém (conto). Porto: Figueirinhas, 1989. Aguarelas de Maria Mendes.
S
onhos na palma da mão. Porto: Porto Ed., 1990, il. Ângelo Melo / 1.ª ed., Porto: Asa, 2004, il. Cristina Valadas. / 2.ª ed., 2007. / 3.ª ed., 2008. / 5.ª ed., 2009.
Lá vai uma... lá vão duas... (reconto de textos da tradição oral). Porto: Civilização, 1993, il. Manuela Bacelar; Porto: Cooperativa Árvore, 1994; Alfragide: Asa, 2011, il. Cristina Valadas.
Aleluia, na Manhã – Edição especial com fac-símiles de Jorge Pinheiro. Porto: Cooperativa Árvore, 1994.
Robertices. Porto: Desabrochar, 1995, il. André Letria / Porto: Asa, 2001 – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância”, il. Cristina Valadas. / 2.ª ed., 2006. / 4.ª ed., 2013. / 5.ª ed., 2013. / 6.ª ed., 2014.
Marés de Mar. Lisboa: Expo’98, 1998.
A rapariga e o
sonho. Porto: Asa, 2001 – em
“Obras completas de Luísa Dacosta para a infância”, il. Cristina Valadas. / 2.ª
ed., 2006. / 3.ª ed., 2008. / 4.ª ed., 2010.
«A pedra do pão e o sonho», in GOMES, José António, coord. (2001) Contos da Cidade das Pontes. Porto: Ambar, 2001, p. 7-10.
Natal com aleluia (contos). - agrupa Os magos que não chegaram a Belém e Aleluia, na manhã. 2.ª ed., Porto: Asa, 2002, il. Maria Mendes, Jorge pinheiro – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância”. - Capa de Armando Alves e il. de Maria Mendes e Jorge Pinheiro.
O perfume do sonho, na tarde. Porto: ASA, 2004 – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância, il. Cristina Valadas. / 2.ª ed., 2008.
«A Ilha do Desterro», in Correntes D'escritas: revista de cultura literária da Póvoa de Varzim, n.º 3, Póvoa de Varzim, fev. 2004, p. 54-55.
O rapaz que sabia acordar a Primavera (conto). 1.ª ed., Porto: Asa, 2007 – em “Obras completas de Luísa Dacosta para a infância”, il. Cristina Valadas. / 2.ª ed., 2007. / 3.ª ed., 2009.
O freguês caloteiro. 2.ª ed., Porto: Asa, 2008, il. Cristina Valadas. / 2.ª ed., 8.ª tir., 2010.
Ficção, Crónica, Poesia, Diário, epistolografia
Vovó Ana, bisavó Filomena e eu (contos). Lisboa: Portugália, 1969; 2.ª ed., Porto: Figueirinhas, 1983; 3.ª ed., Porto: Asa, 2002.
- Província
(contos). Lisboa: Minerva, 1955, il. Carlos Botelho; 2.ª ed., 1984.
- A-ver-o-mar:
crónicas. Porto: Figueirinhas, nov. 1980.
- Nos
jardins do mar. Porto: Figueirinhas, 1981, il. Jorge Pinheiro.
- Corpo
recusado (crónica). Porto: Figueirinhas, 1985. – Com um desenho de José
Rodrigues.
- Morrer a
Ocidente: crónicas. Porto: Figueirinhas, 1990.
- Na água do
tempo: diário. Lisboa: Quimera, 1992; 3.ª ed., Porto: Asa, 2005.
- A sombra
do mar: poesia. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, 1999. – Coleção de 9
postais; fotografias de Daniel Curval.
- O planeta
desconhecido e romance da que fui antes de mim (romance). Coimbra: Quimera,
2000.
- Infância e palavra (poesia). Porto: Asa, 2001. – Col. “Pequeno Formato”,
10; com um desenho de Júlio Resende.
- Crónicas. 2.ª ed. especial. Porto: Asa, 2001.
- A maresia
e o sargaço dos dias (poesia). Porto: Asa, 2002; 2007.
- Um olhar
naufragado: diário II; notas de leitura
Paula Morão; dir. gráfica Armando Alves. Porto: Asa, 2008.
- António José Saraiva e Luísa Dacosta: correspondência, ed., pref. e notas de Ernesto Rodrigues. Lisboa:
Gradiva, 2011.
Antologias
- De mãos dadas, estrada fora... I: Antologia (antologia de textos, de diferentes géneros e séculos, de autores de língua portuguesa; com sugestões de leitura). Porto: Figueirinhas, 1970; 2.ª ed., Porto: Asa, jun. 2002.
- De mãos dadas, estrada fora... II: Antologia (antologia de textos). Porto: Figueirinhas, 1973; Porto: Asa, 2002 [5?].
- De mãos dadas, estrada fora... III: antologia de textos, Porto: Figueirinhas, 1980, il. Jorge Pinheiro.
Ensaio, crítica, diversos

- Aspectos
do burguesismo literário (ensaio), separata de Gazeta Musical e de todas as Artes, 1959.
- Notas de
crítica literária (ensaio). Porto: Divulgação, 1959; reed. como Notas de
leitura, 1960.
- “Epopeia dos humildes” (para a história
trágico-marítima dos poveiros de A. dos Santos Graça), separata de Póvoa de Varzim Boletim Cultural.
Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, 1982.
- "Introdução" a O Gebo e a sombra; O rei imaginário; O doido e a morte / Raul Brandão. Porto:
Civilização, 1983, p. 11-18.
- «A felicidade não
é o que temos, é o que somos» in SOARES, Luísa Ducla, org. (1985) Antologia
diferente: de que são feitos os sonhos. Porto: Areal, p. 60-63.
- Sargaços: catálogo de exposição [Álbum fotográfico] de Cristóvam Dias; texto Luísa Dacosta. Porto:
Afrontamento, 2001.
- «Bem hajam! Bem hajam!» (autobiografia), JL: Jornal de Letras, Artes e Ideias,
n.º 916, 922 de nov. 2005, p. 44.
- «Autobiografia: alter-egos e outras alteridades
na minha obra», in MORÃO, Paula e Carina Infante Carmo, org. (2008) Act 16 - Escrever a vida: verdade e ficção. Porto: Campo das Letras, p. 87-91.
- Rosa Ramalho
[9 postais coloridos] / recolha fotográfica por Armando Alves, Elvira Leite e Luísa
Dacosta. Porto: Grupo AEL, 1985.
- Azulejo [9
postais coloridos] / Armando Alves, Elvira Leite e Luísa Dacosta. Porto:
Grupo AEL, 1985.
- A mulher na obra de Antero – separata de Boletim
Cultural da Câmara Municipal de Vila do Conde. Nova série, n.º 8, dez. 1991.
- Antologia e retrato de uma pioneira / Maria Henriques Osswald ; selecção e pref. de Luísa
Dacosta. Porto : Porto Editora, 1993.
Tradução
- As estrelas empalidecem / Karl Bjarnhof; trad. Luísa Dacosta. Lisboa: Minerva, 1960.
- Planetarium
/ Nathalie Sarraute; trad. Luísa Dacosta. Lisboa: Minerva, 1963.
- Morte
Serena / Simone de Beauvoir; trad. Luísa Dacosta. Lisboa: Minotauro, 1966, capa:
Jorge Pinheiro.
Alguns estudos sobre a sua obra
- AA.VV (2002), Um sopro de respiração: homenagem a Luísa Dacosta, org. Árvore - Cooperativa de Actividades Artísticas; coord. Manuela de Abreu e Lima; textos Jorge Ginja, Luísa Dacosta, José António Gomes; fot. Jorge Coelho. Lisboa: Ministério da Cultura: Delegação Regional da Cultura do Norte.
- AZEVEDO, Fernando J. Fraga de (2005), «O
elefante cor de rosa, de Luísa Dacosta: a interacção semiótica textoimagem na
escrita literária para crianças», in HOMEM, Rui Carvalho; Maria de Fátima
Lambert (org.), Olhares e escritas:
ensaios sobre a palavra e imagem. Porto: Faculdade de Letras da Univ. do Porto,
p. 163170. – Acessível online: http://hdl.handle.net/1822/6517.
- BORGES, Paula (2004),
Luísa Dacosta: escrever à beira-mágoa,
tese de mestrado [sobre "Aver-o-Mar"
e "Morrer a Ocidente"],
Ponta Delgada, Fac. de Letras da Univ. dos Açores.
- CASTRO, Laura, coord. e recolha de textos (2002,
jun.), Luísa Dacosta: entre sílabas e
luz: pequena fotobiografia. Porto. Asa.
- COUTO, Patrícia
Maria de Sousa (2004), A obra
infanto-juvenil de Luísa Dacosta: o deslumbramento da palavra, tese de
mestrado, Porto, Fac. de Letras da Univ. do Porto.
- FERREIRA, Isabel A. (2006, fev.), Luísa Dacosta “no sonho, a liberdade…”. [Santo
Tirso]: edição de autor. – [260 p.].
- FLORÊNCIO, Violante (1997), «A obra literária
para crianças de Luísa Dacosta: o deslumbramento pela palavra» in RILP – Revista Internacional de Língua
Portuguesa, n.º 17, jul. 1997, p. 72-79.
- GOMES, José António (1991), «Luísa Dacosta e
Ângela Melo, com as mãos no sonho», in Literatura
para crianças e jovens: alguns percursos. Lisboa: Caminho.
- GOMES, José António (1997), «Sobre a obra de
Luísa Dacosta», in Livro de pequenas
viagens. Matosinhos: Contemporânea, p. 55-78.
- GOMES, José António (2002), «“Um sopro de
respiração”: Luísa Dacosta, a pintura e a ilustração», in Malasartes – Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude,
n.º 9, out. 2002, p. 32-33.
- GOMES, José
António (2003), Espelhos e Sombras: representações
do eu em Luísa Dacosta, tese de doutoramento, Lisboa, Fac. de Letras da
Univ. Nova, 2003.
- GOMES, José António, introd., seleç. e notas (2005)
Houve um tempo longe: Vila Real de
Trás-os-Montes na obra de Luísa Dacosta (antologia). Porto: Asa.
- HERDEIRO, Bernardette (1987), «Luísa Dacosta: um
projecto de escrita onde cabe a infância», Colóquio/Letras,
n.º 97, p. 84-86.
- LOPES, Teresa Rita (2002), «Parabéns Luísa
Dacosta», Malasartes, n.º 9, out. 2002,
p. 11-12.
- MORÃO, Paula. «A Poética de Luísa Dacosta: jardins
submersos e outros espelhos», Malasartes,
n.º 9, out. 2002, p. 3-10.
- PEREIRA, Cláudia Sousa (2002), «“Dar palavras,
trazer memórias, soltar sonhos”: os livros que Luísa Dacosta escreveu para a
infância», Malasartes, n.º 9, out. 2002, p. 13-26.
- RODRIGUES, Ernesto,
ed., pref. e notas (2011) António José
Saraiva e Luísa Dacosta: correspondência. Lisboa: Gradiva, 2011.
- SEIXO, Maria Alzira (2001) Eu fui ao mar às laranjas: ensaio sobre Luísa Dacosta. Porto:
ASA.
- TOPA, Francisco (2002), O saber dos saberes: o conto popular em três obras infantis de Luísa
Dacosta, separata da Rev. da Faculdade de
Letras. Línguas e Literaturas, v. 19, Porto: Universidade, 2002, pp.
553-558; reprod. também em: Malasartes,
n.º 9, out. 2002, p. 27-30.
Referências
- «Conversas na Vila Velha - Luísa Dacosta», notícia, in sítio da Direcção Regional de Cultura do Norte, 24.03.2010.
- «Luísa
Dacosta: na água do tempo, da poeira
dos dias», no blogue Camel &
Coca-Cola,, Lisboa, 8.09.2010.
- «Luísa
Dacosta» - dossiê muito completo no sítio da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto. –
Contém: Apresentação;
Biografia;
Principal Bibliografia; Bibliografia Passiva; Galeria de imagens; Multimedia [vídeo da Entrevista
para o programa Ler +, ler melhor, da
RTPN, 2008].
- Luísa
Dacosta», in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998
[revisto em fev. de 2015], versão online
da DGLAB.
- «Luísa Dacosta», in Wikipédia: a enciclopédia livre.
- «Luísa
Dacosta», na Página Literária do Porto [online], consultado a 17.02.2015. –
ver: Biobibliografia;
Obra;
Bibliografia
crítica; Fotobiografia.
- «Maria Luísa Saraiva Pinto dos Santos», in Portal da
literatura.
- CRUZ, Valdemar
(2015) «O
adeus a Luísa Dacosta, que subiu às árvores até aos 50 anos», Expresso [online], 16.02.2015.
- Livro.DGLAB,
Organização governamental – no Facebook.
- MAGALHÃES, Violante, «Luísa
Dacosta», in Quem é Quem da DGLAB, fev. 2012.
