Ama como a estrada começa
Mário Cesariny
Fonte: «Estado segundo, XXI», in Antologia pessoal da poesia portuguesa / Eugénio de Andrade. 3.ª ed. Porto: Campo das Letras, 2000, p. 488.
«mas deixemos os poetas livres, deixemos viver, em cada época, até para exemplo, um punhado de almas livres, inteiramente livres, de almas desviadas, mas que se castiguem e fiquem presas na sua própria liberdade!...» - António Ferro